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Em Comédia

Crítica: Caça-fantasmas (EUA, 2016)

  • 10 de novembro de 2016
  • Por admin
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Crítica: Caça-fantasmas (EUA, 2016)
Rating: 3.0. From 1 vote.
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Nota: 3,5/5,0

Erin Gilbert (Kirsten Wiig), abandona a trajetória na academia para se juntar à sua coautora Abby Yates (McCarthy) de um livro sobre paranormalidade, ajudando a combater os fantasmas que assombram a cidade de Nova York junto com Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) e Patty (Leslie Jones).

Dirigido por Paul Feig, roteirizado por Paul Feig e Katie Dippold. Com Kristen Wiig, Melissa McCarthy, Leslie Jones, Kate McKinnon, Chris Hemsworth, Neil Casey, Cecily Strong, Andy Garcia, Ed Begley Jr., Zach Woods, Charles Dance, Karan Soni, Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson, Sigourney Weaver, Annie Potts, Toby Huss, Michael McDonald, Nate Corddry, Michael Kenneth Williams, Matt Walsh, Steve Higgins.

De cara podemos perceber que ao assistir esse filme entramos em um universo feminino. Independentemente de contra-atacar protestos (absurdos) de fãs do filme original de 1984, a direção de arte e fotografia não economizou na cor rosa, representando tudo que é mais forte e, ao mesmo tempo, frágil na representação das personagens, assim como da composição das cenas. Visualmente, ficou bastante evocativo, o que em algumas das cenas pareceu-me exagerado.

O roteiro não deixou a desejar: piadas e diálogos inteligentes que vem de uma narrativa bastante original, com suas próprias características e independente da versão de 1984. As homenagens realizadas a filmes (Scarface, Exorcista, entre outros) foram muito bem utilizadas. Contudo, há (excessivas) referências, cameos, personagens e monstros muito parecidos com as versões anteriores, o que demonstra talvez uma falta de criatividade neste quesito.

A narrativa também perde o foco muitas vezes, com seu ritmo lento e cenas desnecessárias, e, assim,  acaba divagando. As elipses em algumas cenas foram muito bem feitas e bastante sutis, porém, há cenas em que os furos temporais simplesmente não possuem explicação. Portanto, o filme poderia ter facilmente 30 minutos a menos.

Os efeitos visuais são ótimos e as cenas de ação são maravilhosas e bem desenvolvidas.

Em relação à atuação, a química das quatro atrizes faz toda a diferença, mas a personagem que se destacou em tela foi, sem sombra de dúvidas, Jillian (McKinnon), quem tira dos espectadores a maioria das risadas do filme. O personagem do belo, mas burro interpretado por Chris Hemsworth e o vilão (Neil Casey), contudo, simplesmente não convenceram em tela.

 

Algumas falhas pontuais podem dividir a crítica, em relação à composição do filme, mas na na sua maior parte, o filme funcionou muito bem.

Por admin, 10 de novembro de 2016
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